Emblema FIJB

Fraternidade Internacional
Santa Josefina Bakhita

Santa Josefina Bakhita

Santa Josefina Bakhita, modelo de superação, humildade e serviço.

“O Cavaleiro honra e protege os pobres, os fracos e os deserdados”

A FRATERNIDADE INTERNACIONAL SANTA JOSEFINA BAKHITA é uma fundação da Militia Sanctæ Mariæ – Cavaleiros de Nossa Senhora para o apoio a vítimas da exploração de pessoas por quem não tem qualquer tipo de escrúpulos e, igualmente, denunciar as diferentes situações das novas formas de escravatura que se observam à nossa volta.

Foi fundada em 2018 como resposta a um dos apelos da “Mensagem de Chartres” do nosso Fundador que nos diz que temos que estar atentes às necessidades do mundo contemporâneo e que devemos construir "obras concretas onde se pudessem dar e gastar a sua força por amor".

Este departamento da MSM tomou como sua Padroeira Santa Josefina Bakhita (ver biografia), vítima da escravatura e de tráfico de pessoas. Esta Mulher nasceu no Sudão (não se sabe quando) e, depois de ter sido vendida e comprada várias vezes, acabou por ser comprada pelo Cônsul italiano em Cartum tendo sido levada para Itália. Converteu-se ao catolicismo e tornou-se religiosa canossiana.

Faleceu em 8 de fevereiro de 1947, dia da sua festa. É apontado o seu exemplo de vida exemplarmente cristã como uma referência para todas as vítimas do tráfico humano.

Assim, Santa Josefina Bakhita, de que a MSM possui uma relíquia sua,foi assumida como Patrona celeste desta Fraternidade.

O escudo da FRATERNIDADE INTERNACIONAL SANTA JOSEFINA BAKHITA foi concebido pelo Irmão da MSM, arquiteto Rodrigo dos Santos, do Brasil onde a Fraternidade está presente.

O Priorado de São Nuno, tal como o Priorado de São Pedro de Alcântara (Brasil) ao assumirem esta missão, estão conscientes da dificuldade da acção e da sua urgência em defesa dos pobres entre os pobres, explorados e excluídos.

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Crianças Sírias exploradas na extração de carvão

Apesar do número de crianças exploradas em todo o mundo estar a diminuir, a sua presença no mundo do tráfico de mão de obra barata, mais ou menos clandestina, são ainda muitos milhões as que são exploradas por homens sem escrúpulos: sem horário de trabalho, sem remuneração justa, sem frequência de escolas ou com falta de condições mínimas de salubridade.

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