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Círculo Internacional Cristãos pelo Ambiente

Celebra-se anualmente, no dia 23 de novembro de cada ano, o DIA DA FLORESTA AUTÓCTONE, “floresta que é constituída por árvores de espécies originárias do nosso território como os carvalhos, os sobreiros e as azinheiras (que também são carvalhos), os castanheiros, os medronheiros, os azereiros, os loureiros, os azevinhos..., e que estão adaptadas ao nosso clima (…) florestas também resilientes aos incêndios, que fustigam regularmente os territórios do sul da Europa" (INCF).

Portugal, os portugueses devem ter bem presente a grande catástrofe dos incêndios deste ano que devastaram áreas imensas de floresta e mataram muitas pessoas e animais. Estes incêndios florestais puseram em grande risco a biodiversidade. A perda desta é uma perda incalculável e face a esta perda, não podemos ficar indiferentes!

Somos, pois convocados todos para nos comprometermos na defesa e promoção da nossa floresta autóctone que vê o seu espaço natural de implantação ameaçada assustadoramente pelas espécies invasoras e exteriores aos nossos ecossistemas.

Recentemente, a MILITIA SANCTÆ MARIÆ – cavaleiros de Nossa Senhora, associação de fiéis reconhecida em vários países, decidiu, em Portugal, fundar um Círculo para as questões do Ambiente, na linha do proposto e defendido pelo Papa Francisco na Encíclica “Laudato Si”. Perante os desafios ambientais que ameaçam a nossa “CASA COMUM”, a Terra e:

Considerando que a MSM é uma instituição católica atenta aos sinais dos tempos e que neste momento da história um dos problemas maiores, não o único, que se põe aos cristãos e, por maioria de razão aos cavaleiros de Nossa Senhora, é a defesa da nossa “casa comum”, na feliz e inspirada expressão do Papa Francisco;

Considerando que o actual Mestre da MSM tem dado Directivas para se agir neste tempo de acordo com o Magistério e a Tradição da Igreja, no concreto do terreno onde nos encontramos, nomeadamente na defesa do criado ameaçado;

A Província de S. Nuno (Portugal) decidiu fundar o Círculo “Cristãos Pelo Ambiente – Arbutus unedo” para:

Parágrafo único – O nome dado a este Círculo, “Arbutus unedo”, nome científico do Medronheiro, é uma forma de sensibilizarmos a comunidade para a importância da flora autóctone e que, com os incêndios frequentes nas florestas, começa a estar ameaçada, nomeadamente esta espécie tão bela na altura da frutificação (e floração simultâneas).