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Marcha Pela Vida na Noruega Imagem | Ragnhild Helena Aadland Høen, assessora de relações públicas da Conferência Episcopal Católica da Noruega, posa ao lado de Maria Fongen, conselheira pastoral familiar da diocese católica de Oslo, com o Parlamento da Noruega (Stortinget) ao fundo. | Boe Johannes Hermansen (Fonte: acidigital.com)

O POVO DA VIDA”, em vários países, incluindo Portugal, tem-se manifestado a favor do “DIREITO À VIDA” com marchas públicas com coragem, ameaças e insultos. Sem medo, porém.

A última “MARCHA PELA VIDA” realizou-se em Oslo, na Noruega (13.VI.26), cerca de 40 anos depois da última vez. Foi a «Marsj for Livet» que congregou uns milhares de manifestantes de vários credos e em que se incluíam católicos, luteranos e outras confissões cristãs num belo exemplo de ecumenismo, apesar do mau tempo que se fez sentir naquele dia.

Esta manifestação foi considerada pelo Bispo Católico de Oslo como o reinício de um novo período de luta pelo “DIREITO À VIDA” num dos países europeus mais secularizados do Velho Continente. Esta minou junto ao (Stortinget), o Parlamento norueguês, sede do Poder Legislativo com discursos de vários sentidos: médico, social, religioso entre outros.

Durante este desfile, exibiram-se vários cartazes com frases apelativas como “DAR VOZ A QUEM NÃO TEM VOZ” ou denunciando o massacre de 650.000 bebés desde 1978, ano da liberalização do aborto. A organizadora da “MARCHA PELA VIDA” afirmou, sem rodeios, que a legalização do Aborto não terminou com a necessidade de levantar a voz em defesa da “Vida Não Nascida” e que nada pode ser dado como definitivo numa sociedade democrática. Um bom argumento para nós que nem tudo o que é legal é moral e o que é legal hoje pode não o ser amanhã. E nesta questão vital deixar de combater pela Vida Humana Indefesa é uma traição contra os bebés não nascidos.

Ingrid Olina Hovland, presidente das juventudes do Partido Democrata Cristão teve a coragem de ser coerente ao defender o primeiro e fundamental Direito Humano, o DIREITO À VIDA.

Na Noruega o DIREITO À VIDA foi defendido com entusiasmo e o Aborto legalizado não é um “direito” adquirido. Também em Portugal.

Carlos Aguiar Gomes
Presidente do IIFC/IFCI